terça-feira, 6 de janeiro de 2009

2009...

Se 2009 vai ser bom eu não sei. Espero que seja. A ONU designou esse ano como o Ano Internacional da Astronomia. Bons ventos? Talvez. Também é o Ano Internacional da Reconciliação. Isso segundo a ONU.
Em 2008, tivemos o ano internacional do Planeta Terra, da Batata, último ano da Dinastia Xing e outros bla bla bla's de comemoração.
Independente das datas, dos aniversários, das comemorações... sempre fazemos planos para o novo ano. Sempre. As pessoas planejam, prometem, sonham... Ás vezes realizam. Ás vezes não.
Ás vezes o ano que prometia ser maravilhoso se torna o pior de todos. Foi assim comigo em 2005. Já o ano que prometia ser um terror, no fim das contas, acabou sendo legal. Aconteceu em 2007.
Uma perda, uma frustração, um assunto mal resolvido, um sonho indo de água abaixo... qualquer coisa pode estragar um bom ano. Assim como um ganho, uma boa semana, etc etc etc... qualquer coisa pode fazer de um ano algo bom.
Vai depender sempre do olhar que você direciona. Ellen White diz uma frase perfeita: "Se olharmos o lado brilhante das coisas encontraremos o suficiente para nos tornar-mos alegres e felizes."
Isso é verdade. Você tem a capacidade de transformar qualquer sonho desfeito em pesadelo eterno. Qualquer dorzinha numa doença fatal.
Assim como você tem a capacidade de transformar qualquer vitória em títulos. Qualquer pessoa em um rei. Qualquer ambiente, no céu.
Sempre vai depender de como você direciona as coisas.

Quem em 2009 você possa direcionar as coisas para o lado positivo da vida. Pense menos em coisas negativas e mais em coisas positivas...

Esses são os votos do Cristianismo e Fritas para todos os leitores (e os não-leitores) do blog!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Quando Deus criou os ateus

Três anjos quase morreram de rir quando Deus disse que inventaria ou permitiria que nascessem alguns ateus.
- Como assim, ateu, Senhor? – Quis saber um anjo se acabando de rir da graça divina.
- Bem – disse Javé – eles acreditarão que são tão geniais, tão inteligentes e cheios de razão, tão incrivelmente brilhantes, que só podem mesmo ser frutos de uma coincidência.
Ploft! Caem os três anjos desmaiados de tanto gargalhar.
- Podem rir – prosseguiu o Todo-Poderoso – farei os tais ateus sim, para Mim nada é impossível.
- Posso sugerir uma coisa, Senhor – pediu o anjinho menos risonho.
- Diga – disse Ele.
- Os ateus acreditarão que são feitos simplesmente de matéria perecível, mas ao mesmo tempo se verão como o mais magnífico ser que existe, já que sabem dos mistérios últimos da existência e nem perceberão o paradoxo desse raciocínio.
- Gostei, serão paradoxos ambulantes, inclusive culparão o Criador pelas misérias do mundo, afirmarão que absolutamente o absoluto não existe e que é pura verdade que cada um tem sua própria verdade. Ah, suas almas o tempo todo afirmarão que a alma não existe. A negação da própria existência é uma idéia que ocorrerá a alguns deles, o que é natural e nada paradoxal, afinal se Deus não existe, como o homem poderia existir?!

No Smoking

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Esquecendo do aniversariante: reflexões sobre o Natal!

Meu natal foi bom. Muito bom mesmo. Talvez o melhor natal da minha vida. É sempre assim quando toda a minha família se junta numa só casa: o dia fica divino. Mesmo minha mãe me matando de vergonha, mesmo meu irmão tirando onda com minha cara e mesmo o meu primo dizendo "tem 20 anos e nunca pegou uma mulher". Apesar disso tudo, o natal foi perfeito. E para que isso acontecesse, alguma peças entraram no quebra-cabeça.
A primeira peça se chama família. Natal que é natal tem que ser do lado da família. Meus natais sempre são assim. O único natal que eu passei longe da minha família foi uma porcaria. Me refiro a 2007. Todo mundo comemorando o natal e eu na igreja. Me arrependo até hoje. Minha teoria de que as igrejas tem que fechar para que aspessoas possam comemorar o natal em família se fortalece a cada ano.
A família é algo importante. Acho que por isso a Bíblia dá tanta ênfase a importância dela. Sem ela, a vida perde o colorido. Tem sempre os tios que você não vê a tempo e os primos que são seus companheiros de aventura. Aliás, existe algo melhor que primo?
Uma segunda peça importante no natal é a ceia. Venhamos e convenhamos: Natal sem ceia é como aniversário sem bolo ou pique-nique sem lanche: pode até ter, mas o "espírito da coisa" não pega.
Uma terceira peça importante são os presentes. Tem algo melhor do que receber presentes? Natal sem presente é como arco-íris sem cor. Pode ser uma lembrancinha, pode ser um cartãozinho... mas tem que ter. É lei. Os presentes nos fazem sentir importantes, amados, úteis. Os presentes nos dão um senso de "você é querido".
Quando falo em presentes, me refiro aos presentes que são dados sem obrigação. Por livre e espontânea vontade. Não aquele presente de amigo secreto, que você tem que dar obrigatoriamente ou a troca de presentes (você dá porque a pessoa te deu um).
Pra falar a verdade eu, particulamente, não gosto desse tipo de presentes. Presentes tem que vir porque a outra pessoa quis te presentear e ponto.
A quarta peça são os enfeites. A árvore de natal, os arranjos natalinos, etc. Isso dá o encanto do natal. As casas coloridas, as musicas, os pisca-piscas... e o papai noel. Tem gente que acha que ele é uma figura pagã (e um monte de imbecilidades do tipo). Mas natal sem papai noel não é natal. No máximo "festa de fim de ano".
A quinta peça é o "feliz natal". Ontem recebi um monte. Isso é legal. As pessoas sempre te dão feliz natal. Nos mercadinhos, nas padarias, nas ruas, nos onibus. Ontem recebi meia duzia de ligações. Amigos da faculdade, da esquina, do futebol. Todos desejando feliz natal!
A última peça é a mais importante. A que me esqueci ontem: foi no Natal que nasceu nosso Salvador, Jesus Cristo. Uma data tão importante que o mundo divide o calendário em antes Dele e depois Dele. Com todas as festas, amigos, fogos... esqueci ontem do aniversariante. Do motivo da festa. É como ir ao Morumbi torcer pelo São Paulo e não gritar nenhuma vez a palavra "Tricolor".

Espero que o Natal de vocês tenha sido tão bom quanto o meu. E que vocês não tenham cometido a falha que eu cometi!

Obrigado pelo Natal Jesus!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Porque não gosto das instituições religiosas

Antes de mais nada, é preciso dizer que sou um pessoa independente. Não gosto de instituições. Prestem atenção: não estou dizendo que as instituições são boas ou ruins. Estou apenas dizendo que não gosto delas. Algumas pessoas não gostam de sorvete. Outras não gostam de Lost. Eu não gosto de instituições. E acredito que isso tem que ser respeitado.
As religiões são instituições. Logo, eu não gosto de religiões. É um direito meu. Meu desapontamento com as religiões começaram cedo. Quando pirralho, era obrigado a ir a Igreja Católica. Não queria ir porque sempre perdia sábado animado. Mas eu tinha que ta lá, no catecismo.
Mas o meu desapontamento com as instituições religiosas não vem de traumas infantis por perder Fly ou Dragon Ball. Meu desapontamento vem quando passei a frequentar as igrejas. E em todas elas eu via sempre a mesma coisa.
O primeiro motivo tinha haver com publicidade e propaganda. Em todas as igrejas, as pessoas agiam como se estivessem tentando vender Deus. Era sempre assim: elas iam ao púlpito e falavam todas as vantagens que sua igreja tinha. E nos aconselhava a falar isso para as outras pessoas. Depois, as desvantagens eram varridas para baixo do tapete, esquecidas.
"Não falem mal da nossa igrejas para as outras pessoas porque se não elas não vão querer participar";
"Demonstrem que estão sempre felizes, se não as pessoas não vão querer adorar o seu deus";
Certa vez eu cheguei a ser repreendido por dizer que de 0 a 10, meu estado de espírito era 5.5. "É pra gente dá exemplo. As pessoas não vão querer participar da nossa igreja se você não demonstrar felicidade".
O pior era nas Semanas Santas. Sempre a mesma coisa: como as pessoas estão emocionadas relembrando o sacrifício de Cristo na cruz, as instituições religiosas fazem uma super programação: põe telão, sorteiam brindes, exibem filmes... para conseguir convencer as pessoas que sua igreja é melhor. Depois, volta tudo ao normal: cultos monótonos e pessoas frias.
Uma segunda coisa que me incomoda nas instituições religiosas é a metáfora da guerra. As igrejas amam falar que estão em guerra nesse mundo. E eu concordo com ela. O problema é que a guerra que elas citam é a guerra errada. Elas não dizem que a guerra é contra a pobreza, a injustiça, a fome, a miséria, etc. A guerra que eles falam é contra os homossexuais e as "pessoas do mundo". Particularmente, tenho essas nomenclaturas de determinadas religiões me dá náuseas. "Pessoas do mundo", ou "mundanos" ou "criaturas de deus" me fazem se sentir mal.
Pior é que os ensinamentos delas vivem fazendo isso: querem que acredite que eles são os bons, os santos e as pessoas que não participam de determinada igreja são as más, as mundanas.
Outro dia Emanuelly disse que "mundana" era a classificação que as igrejas protestantes davam pra ela. Contra-argumentei que não, que esse termo é de cunho neopentecostal ou algo do tipo. No outro dia, ouvi meu pastor dizer 1001 vezes que não devemos se misturar com os mundanos.
Uma última coisa que me incomoda nas instituições religiosas (e com isso acabo): elas sempre estão tentando te convencer de que a delas é boa e a dos outros são ruins. Sempre. Minha igreja fez um projeto brilhante em Outubro: distribuir folhetos por toda a América do Sul. Nos folhetos haviam belíssimas mensagens de esperança. Foi ai que uma das lideres de minha igreja falou: "Digam que esse folheto é da nossa igreja porque se não eles vão pegar o folheto, ler, achar bonito e... vão pra outra igreja".
, o objetivo das igrejas é fazer com que as pessoas conheçam Jesus ou fazer com que elas entrem na sua religião? Se uma pessoa mantém um relacionamento pessoal com Deus na igreja Metodista, então que ela continue na Metodista até a volta de Jesus. O mesmo para Batista, Anglicana, Adventista, etc.
Um outro defeito dentro desse: investir em pessoas de outra religião para a sua. Vou ser mais claro: meu avô é Católico desde criança. Ele é uma boa pessoa, ajuda os pobres e vai todo domingo para a igreja. Jamais eu tentarei convencer meu avô de que o catolicismo é mal e o adventismo é bom. Sabe porque? O objetivo principal do Cristianismo (relacionamento com Deus) meu avô conseguiu. Então, porque eu iria "tocar" nisso? Se a igreja dele exalta a Cristo, então porque por na minha?
Não estou dizendo que não devemos pregar o evangelho. Devemos sim dizer as pessoas que Jesus vai voltar. O que não devemos fazer é pegar um monte de doutrinas e enfiar no povo. Na minha opinião, a verdadeira religião baseia-se na consciência e na convicção. Sendo assim, nenhum interesse egoísta ou vantagem temporal pode atrair qualquer pessoa para nossa comunhão e que nenhum vínculo retenha qualquer membro a não ser a convicção de que deste modo é encontrada a verdadeira comunhão com Cristo.


Ps: O objetivo deste post não é detonar as instituições religiosas. Elas também tem seu lado positivo: fazem trabalhos comunitários, ajudam as pessoas, etc. Apenas expus alguns ressentimentos que tenho em relação as religiões que participei!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Porque as pessoas gritam!

Estavam brigados. Ele estava tentando consolá-la, mas sem sucesso. Tinham pego uma discussão e os ânimos tinham se exaltado.
Depois de um minuto de silêncio, Bruno pergunta pra Emanuelly :
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?
- O que isso tem haver com nosso assunto?
- Nada, só estou aqui refletindo...
- Gritamos porque perdemos a calma – disse Emanuelly com um tom ríspido.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado ? - questionou novamente Bruno
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça – respondeu Emanuelly querendo ver aonde ele queria chegar.
Então Bruno volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?
Ela ficou pensando, refletindo sobre uma resposta sensata, mas nenhuma foi satisfatória.
Então ele esclareceu :
- Você sabe porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado – continuou Bruno - o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta: Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas...
Por fim, Bruno concluiu, dizendo :
- Emanuelly, quando discutirmos, não vamos deixar que nossos corações se afastem! Não vamos dizer palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

POST NÚMERO 100

Obrigado a todos que acompanham meu blog. Principalmente a Daniella Virmes, Rayo Miranda, Thamyres Máximo, Gyl Dayanna e tantos outros que fazem com que eu escreva pra alguém ler...